Retratos do clássico
No duelo entre K9 e W9, ganhou o veterano atacante do São Paulo que decidiu o jogo aos dois minutos em um misto de cabeçada e peixinho, após cruzamento primoroso de Hernanes - o volante, e não meia.
O que se viu nos outros 88 minutos foi um São Paulo retrancado e chamando o adversário para o jogo, coisa que o time faz há 3 anos e bem. Eu sei, e todo torcedor sabe que isso é coisa de time pequeno. Porém, não se pode discordar de Muricy "Trabalho" Ramalho.
De outro lado, viu-se um Palmeiras tentando atacar em vão o São Paulo. O time sentiu a ausência de Diego Souza (?!) e não conseguiu "agredir" o tricolor como deveria. Wilians e Marquinhos novamente não fizeram nada e Keirrison esteve abaixo da média.
Mérito de André Dias e Muricy Ramalho, aumentando ainda mais o jejum palmeirense para 14 jogos sem vitória no Morumbi contra o tricolor.
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sábado, 28 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Curtas
O torcedor do São Paulo pode ficar tranquilo, mesmo após o empate com o Paulista, a sintonia do elenco tricolor continua dando orgulho. Confira:
"Erramos muitas finalizações", Rodrigo.
"Poderíamos ter chegado mais", Washington.
"Não soubemos administrar", Rogério.
***
Procura-se Lúcio Flávio. Recompensa-se com uniforme do Santos.
O torcedor do São Paulo pode ficar tranquilo, mesmo após o empate com o Paulista, a sintonia do elenco tricolor continua dando orgulho. Confira:
"Erramos muitas finalizações", Rodrigo.
"Poderíamos ter chegado mais", Washington.
"Não soubemos administrar", Rogério.
***
Procura-se Lúcio Flávio. Recompensa-se com uniforme do Santos.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
FALTA O ARMADOR?
Seis contratações cirúrgicas. Isso ainda antes do início do ano. E, mesmo assim, ainda há quem faça coro pela chegada de um armador para vestir a dez do São Paulo.
Não é de hoje que o apelo ecoa nas dependências do Morumbi. Em 2008, ganhou força após a desclassificação na Libertadores.
Alguns meses depois, o São Paulo faturava o tricampeonato do Brasileirão e onde estava o dez tão essencial?
Não estava. Assim como não esteve em 2004, 2005, 2006 e 2007. Entre os últimos camisas dez: Adriano, Souza e Danilo; nenhum tinha perfil de armador, embora haja quem veja características no último.
Então, porque o clube precisaria tanto de um jogador "cerebral" agora, se não precisou em suas últimas temporadas vitoriosas?
A diretoria parece ter a resposta na ponta da língua e o São Paulo pode começar novamente a temporada sem um meia-armador.
Seis contratações cirúrgicas. Isso ainda antes do início do ano. E, mesmo assim, ainda há quem faça coro pela chegada de um armador para vestir a dez do São Paulo.
Não é de hoje que o apelo ecoa nas dependências do Morumbi. Em 2008, ganhou força após a desclassificação na Libertadores.
Alguns meses depois, o São Paulo faturava o tricampeonato do Brasileirão e onde estava o dez tão essencial?
Não estava. Assim como não esteve em 2004, 2005, 2006 e 2007. Entre os últimos camisas dez: Adriano, Souza e Danilo; nenhum tinha perfil de armador, embora haja quem veja características no último.
Então, porque o clube precisaria tanto de um jogador "cerebral" agora, se não precisou em suas últimas temporadas vitoriosas?
A diretoria parece ter a resposta na ponta da língua e o São Paulo pode começar novamente a temporada sem um meia-armador.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
BRAÇADEIRA DO CAPITÃO
É emblemática a participação de Rogério Ceni no lance que garantiu a taça do campeonato ao São Paulo.
Evidente que o camisa um não repetiu em 2008 a mesma precisão em cobranças de falta e as defesas espetaculares que salvavam o tricolor.
Mesmo assim, Rogério ainda é fundamental. Agora com um aprimorado espírito de liderança, símbolo deste São Paulo vitorioso dos últimos anos.
É emblemática a participação de Rogério Ceni no lance que garantiu a taça do campeonato ao São Paulo.
Evidente que o camisa um não repetiu em 2008 a mesma precisão em cobranças de falta e as defesas espetaculares que salvavam o tricolor.
Mesmo assim, Rogério ainda é fundamental. Agora com um aprimorado espírito de liderança, símbolo deste São Paulo vitorioso dos últimos anos.
domingo, 23 de novembro de 2008
O QUE RESTA AO TRICOLOR
Por não ter permanecido por muitas rodadas na liderança, parece até surpreendente o São Paulo ser campeão. Grêmio, Palmeiras e Flamengo, que sempre brigaram lá em cima, apareciam com mais freqüência nas listas de favoritos.
Demorou para o tricolor paulista embalar, em especial pelo excesso de empates. Foram 11. Até nisso o time lidera, junto com Coritiba, Atlético-MG e Figueirense.
Mas, como já diriam os matemáticos de plantão, os números não mentem. A equipe de Muricy Ramalho é a que mais venceu (20 vezes, igual ao Cruzeiro), a que menos perdeu (5 vezes, três a menos que o Grêmio) e tem o melhor ataque. Além disso, o São Paulo será o primeiro tricampeão brasileiro consecutivo da história.
O que falta ao clube paulista?
Não que a torcida vá lotar o Morumbi no domingo para isto, mas só resta ao São Paulo ter a melhor defesa do campeonato. Com 35 gols sofridos, a zaga tricolor só não é menos vazada que a do Grêmio, com 34.
A tarefa não parece tão difícl quanto arrancar um sorriso de Muricy. Nos últimos cinco jogos, os gaúchos levaram nove gols contra cinco dos paulistas. A tendência é que o São Paulo fique a frente também nesse quesito, tornando o tri brasileiro, ainda mais, incontestável.
Por não ter permanecido por muitas rodadas na liderança, parece até surpreendente o São Paulo ser campeão. Grêmio, Palmeiras e Flamengo, que sempre brigaram lá em cima, apareciam com mais freqüência nas listas de favoritos.
Demorou para o tricolor paulista embalar, em especial pelo excesso de empates. Foram 11. Até nisso o time lidera, junto com Coritiba, Atlético-MG e Figueirense.
Mas, como já diriam os matemáticos de plantão, os números não mentem. A equipe de Muricy Ramalho é a que mais venceu (20 vezes, igual ao Cruzeiro), a que menos perdeu (5 vezes, três a menos que o Grêmio) e tem o melhor ataque. Além disso, o São Paulo será o primeiro tricampeão brasileiro consecutivo da história.

O que falta ao clube paulista?
Não que a torcida vá lotar o Morumbi no domingo para isto, mas só resta ao São Paulo ter a melhor defesa do campeonato. Com 35 gols sofridos, a zaga tricolor só não é menos vazada que a do Grêmio, com 34.
A tarefa não parece tão difícl quanto arrancar um sorriso de Muricy. Nos últimos cinco jogos, os gaúchos levaram nove gols contra cinco dos paulistas. A tendência é que o São Paulo fique a frente também nesse quesito, tornando o tri brasileiro, ainda mais, incontestável.
domingo, 19 de outubro de 2008
PALMEIRAS 2X2 SÃO PAULO
O São Paulo teve o lance do jogo aos seus pés em contra-ataque puxado por Hernanes aos 30 do 2º tempo. Na velocidade, o volante passou para o companheiro de meio-campo Jean que, de frente para o gol e com dois companheiros livres em cada um dos lados, desperdiçou a jogada, para desespero dos torcedores do Tricolor.
Não haveria quem tirasse a vitória das mãos do São Paulo com 3x0 no placar. Com 2x0, houve. Incrível como Denílson brilha quando enfrenta o clube que o formou. Sorte de Luxemburgo, que viu o pupilo iniciar a reação do alviverde e teve ofuscada a arriscada substituição do 1º (Maurício por Evandro).
Alteração corrigida na entrada da Pierri, em uma mudança que pareceu mais um mecanismo para evitar a derrota do que qualquer outra coisa. Pois o Palmeiras não foi mais sufocado e também não sufocou. Desacelerou e manteve o jogo estava sob seu controle.
O que, a rigor, não adiantou nada até a jogada de Denílson que morreu nas redes graças ao toque oportuno de Kléber. O gol serviou como combustível e reacendeu o alviverde em busca do empate, marcado em falta cobrada por Leandro que desviou em Dagoberto.
Na saída do gramado, o alviverde soava como o vencedor moral, afinal, havia buscado um resultado difícil. Analisando friamente, ambos têm a lamentar.
Pelo lado do São Paulo, era a chance de se aproximar da ponta da tabela e manter vantagem sobre o Flamengo, já o Palmeiras, deixou de reassumir a liderança e de quebra caiu para a terceira colocação do campeonato.
O São Paulo teve o lance do jogo aos seus pés em contra-ataque puxado por Hernanes aos 30 do 2º tempo. Na velocidade, o volante passou para o companheiro de meio-campo Jean que, de frente para o gol e com dois companheiros livres em cada um dos lados, desperdiçou a jogada, para desespero dos torcedores do Tricolor.
Não haveria quem tirasse a vitória das mãos do São Paulo com 3x0 no placar. Com 2x0, houve. Incrível como Denílson brilha quando enfrenta o clube que o formou. Sorte de Luxemburgo, que viu o pupilo iniciar a reação do alviverde e teve ofuscada a arriscada substituição do 1º (Maurício por Evandro).
Alteração corrigida na entrada da Pierri, em uma mudança que pareceu mais um mecanismo para evitar a derrota do que qualquer outra coisa. Pois o Palmeiras não foi mais sufocado e também não sufocou. Desacelerou e manteve o jogo estava sob seu controle.
O que, a rigor, não adiantou nada até a jogada de Denílson que morreu nas redes graças ao toque oportuno de Kléber. O gol serviou como combustível e reacendeu o alviverde em busca do empate, marcado em falta cobrada por Leandro que desviou em Dagoberto.
Na saída do gramado, o alviverde soava como o vencedor moral, afinal, havia buscado um resultado difícil. Analisando friamente, ambos têm a lamentar.
Pelo lado do São Paulo, era a chance de se aproximar da ponta da tabela e manter vantagem sobre o Flamengo, já o Palmeiras, deixou de reassumir a liderança e de quebra caiu para a terceira colocação do campeonato.
VALE TRÊS PONTOS
Nesse afã por fortalecer a expectativa que ronda o choque-rei, o confronto entre São Paulo e Palmeiras virou o jogo definitivo do compeonato.
Definitivo, aonde, cara pálida?
É como se os clubes que encabeçam a tabela fossem hegemônicos em todas as partidas, menos quando jogam entre si.
Ah, é? O que foram então as derrotas do Palmeiras contra o Sport, ou então, o empate entre São Paulo e Ipatinga no Morumbi?
Faz pouco tempo que o Palmeiras venceu o Cruzeiro no Mineirão por 1x0. Resultado importantíssimo, não é?
Evidente, mas que vale a mesma pontuação do confronto com o Figueirense, aquele mesmo que o clube não venceu na última rodada, entregando de bandeja a liderança do campeonato para o Grêmio.
Nesse afã por fortalecer a expectativa que ronda o choque-rei, o confronto entre São Paulo e Palmeiras virou o jogo definitivo do compeonato.
Definitivo, aonde, cara pálida?
É como se os clubes que encabeçam a tabela fossem hegemônicos em todas as partidas, menos quando jogam entre si.
Ah, é? O que foram então as derrotas do Palmeiras contra o Sport, ou então, o empate entre São Paulo e Ipatinga no Morumbi?
Faz pouco tempo que o Palmeiras venceu o Cruzeiro no Mineirão por 1x0. Resultado importantíssimo, não é?
Evidente, mas que vale a mesma pontuação do confronto com o Figueirense, aquele mesmo que o clube não venceu na última rodada, entregando de bandeja a liderança do campeonato para o Grêmio.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Sul-Americana - São Paulo
Verdade seja dita, o São Paulo também já chegou a fase semifinal da Copa Sul-Americana´em 2003. Protagonizou também alguns momentos de destaque, com a classificação em cima do Boca Juniors no ano passado.
De qualquer forma, a ambição do tricolor em relação a Sul-Americana sempre foi a remuneração oferecida na competição. Neste ano, o desinteresse foi escancarado com a inclusão de um elenco praticamente preenchido por jovens atletas.
Veja o retrospecto do São Paulo na Sul-Americana:
30/07/2003 - Grêmio 0X4 São Paulo
03/08/2003 - São Paulo 2X1 Vasco
17/09/2003 - São Paulo 1X0 Fluminense
01/10/2003 - Fluminense 1X1 São Paulo
29/10/2003 - The Strongest 1X4 São Paulo
12/11/2003 - São Paulo 1X3 The Strongest
26/11/2003 - River Plate 3X1 São Paulo
03/12/2003 - São Paulo (2) 2X0 (4) River Plate
15/09/2004 - São Caetano 1X1 São Paulo
22/09/2004 - São Paulo (4) 1X1 (1) São Caetano
10/10/2004 - Santos 1X0 São Paulo
20/10/2004 - São Paulo 1X1 Santos
17/08/2005 - Internacional 2X1 São Paulo
01/09/2005 - São Paulo 1X1 Internacional
15/08/2007 - Figueirense 2X2 São Paulo
23/08/2007 - São Paulo 1X1 Figueirense
19/09/2007 - Boca Junior 2X1 São Paulo
26/09/2007 - São Paulo 1X0 Boca Juniors
10/10/2007 - São Paulo 0X1 Millonarios
24/10/2007 - Millonarios 2X0 São Paulo
12/08/2008 - Atlético-PR 0X0 São Paulo
Verdade seja dita, o São Paulo também já chegou a fase semifinal da Copa Sul-Americana´em 2003. Protagonizou também alguns momentos de destaque, com a classificação em cima do Boca Juniors no ano passado.
De qualquer forma, a ambição do tricolor em relação a Sul-Americana sempre foi a remuneração oferecida na competição. Neste ano, o desinteresse foi escancarado com a inclusão de um elenco praticamente preenchido por jovens atletas.
Veja o retrospecto do São Paulo na Sul-Americana:
30/07/2003 - Grêmio 0X4 São Paulo
03/08/2003 - São Paulo 2X1 Vasco
17/09/2003 - São Paulo 1X0 Fluminense
01/10/2003 - Fluminense 1X1 São Paulo
29/10/2003 - The Strongest 1X4 São Paulo
12/11/2003 - São Paulo 1X3 The Strongest
26/11/2003 - River Plate 3X1 São Paulo
03/12/2003 - São Paulo (2) 2X0 (4) River Plate
15/09/2004 - São Caetano 1X1 São Paulo
22/09/2004 - São Paulo (4) 1X1 (1) São Caetano
10/10/2004 - Santos 1X0 São Paulo
20/10/2004 - São Paulo 1X1 Santos
17/08/2005 - Internacional 2X1 São Paulo
01/09/2005 - São Paulo 1X1 Internacional
15/08/2007 - Figueirense 2X2 São Paulo
23/08/2007 - São Paulo 1X1 Figueirense
19/09/2007 - Boca Junior 2X1 São Paulo
26/09/2007 - São Paulo 1X0 Boca Juniors
10/10/2007 - São Paulo 0X1 Millonarios
24/10/2007 - Millonarios 2X0 São Paulo
12/08/2008 - Atlético-PR 0X0 São Paulo
domingo, 3 de agosto de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
CARRASCO

Não é de hoje que Nilmar tira o sono dos são-paulinos. Só em Brasileirões, o atacante já deixou sua marca contra o tricolor cinco vezes. Pelo Internacional, Nilmar nunca foi derrotado pelo rival da última quarta em jogos que marcou gol.
Confira:
02/08/2003 - São Paulo 0X2 Internacional
07/09/2005 - São Paulo 3X2 Corinthians
06/05/2006 - Corinthians 1X3 São Paulo
23/07/2008 - Internacional 2X0 São Paulo
23/07/2008 - Internacional 2X0 São Paulo

Não é de hoje que Nilmar tira o sono dos são-paulinos. Só em Brasileirões, o atacante já deixou sua marca contra o tricolor cinco vezes. Pelo Internacional, Nilmar nunca foi derrotado pelo rival da última quarta em jogos que marcou gol.
Confira:
02/08/2003 - São Paulo 0X2 Internacional
07/09/2005 - São Paulo 3X2 Corinthians
06/05/2006 - Corinthians 1X3 São Paulo
23/07/2008 - Internacional 2X0 São Paulo
23/07/2008 - Internacional 2X0 São Paulo
sábado, 14 de junho de 2008
LOUROS DA VITÓRIA
Foi justamente ao arrumar sua defesa que o São Paulo despontou no Brasileirão de 2007. Neste ano, o sistema defensivo do tricolor já está em ordem, é o ataque quem precisa entrar em funcionamento.
Ou precisaria, porque na vitória sobre o Flamengo deste sábado os quatro gols foram marcados por atacantes. Borges balançou as redes duas vezes. Aloísio e Éder Luís completaram.
Foi justamente ao arrumar sua defesa que o São Paulo despontou no Brasileirão de 2007. Neste ano, o sistema defensivo do tricolor já está em ordem, é o ataque quem precisa entrar em funcionamento.
Ou precisaria, porque na vitória sobre o Flamengo deste sábado os quatro gols foram marcados por atacantes. Borges balançou as redes duas vezes. Aloísio e Éder Luís completaram.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
SÃO PAULO - EQUIPE INEXPERIENTE?
Para o atacante Adriano, o São Paulo não teve experiência o suficiente para controlar a partida e manter o resultado que lhe favorecia diante do Fluminense. Só na Libertadores, o tricolor paulista assistiu ao adversário contornar os rumos do jogo nos 15 minutos finais em três oportunidades.
Trata-se de uma frequência alta para um time considerado candidato ao título da campetição sulamericana. Levando-se em conta os jogos do Campeonato Paulista, a mesma situação ocorreu contra o São Paulo outras duas vezes.
Libertadores
20/03/2008 - Sportivo Luqueño 1X1 São Paulo - Aloísio abriu o placar aos 14 minutos do segundo tempo. Já nos acréscimos - aos 46 da etapa complementar - Adriano Duarte empatou.
10/04/2008 - Audax Italiano 1X0 São Paulo - Ramos marcou o gol da vitória da equipe chilena aos 33 minutos da etapa complementar.
21/05/2008 - Fluminense 3X1 São Paulo - Washington fez o primeiros aos 13 do primeiros tempo. Na etapa complementar, Adriano empatou aos 26, mas aos 28, Dodô colocou o Fluminense na frente. Washington, aos 46 do segundo tempo, garantiu a classificação aos cariocas.
Campeonato Paulista
07/02/2008 - São Paulo 1X1 São Caetano - Adriano colocou o São Paulo na frente aos 30 minutos da etapa completmentar. Douglas empatou aos 37 do segundo tempo.
17/02/2008 - Marília 3X2 São Paulo - Camilo aos 24 minutos e Júlio César aos 30 do primeiro tempo marcaram os dois primeiros do Marília. Hernanes diminuiu a diferença aos 38 e Jorge Wagner igualou aos 2 minutos do segundo tempo. Aos 31 da etapa complementar, Magno Ferreira deixou o Marília na dianteira novamente.
Para o atacante Adriano, o São Paulo não teve experiência o suficiente para controlar a partida e manter o resultado que lhe favorecia diante do Fluminense. Só na Libertadores, o tricolor paulista assistiu ao adversário contornar os rumos do jogo nos 15 minutos finais em três oportunidades.
Trata-se de uma frequência alta para um time considerado candidato ao título da campetição sulamericana. Levando-se em conta os jogos do Campeonato Paulista, a mesma situação ocorreu contra o São Paulo outras duas vezes.
Libertadores
20/03/2008 - Sportivo Luqueño 1X1 São Paulo - Aloísio abriu o placar aos 14 minutos do segundo tempo. Já nos acréscimos - aos 46 da etapa complementar - Adriano Duarte empatou.
10/04/2008 - Audax Italiano 1X0 São Paulo - Ramos marcou o gol da vitória da equipe chilena aos 33 minutos da etapa complementar.
21/05/2008 - Fluminense 3X1 São Paulo - Washington fez o primeiros aos 13 do primeiros tempo. Na etapa complementar, Adriano empatou aos 26, mas aos 28, Dodô colocou o Fluminense na frente. Washington, aos 46 do segundo tempo, garantiu a classificação aos cariocas.
Campeonato Paulista
07/02/2008 - São Paulo 1X1 São Caetano - Adriano colocou o São Paulo na frente aos 30 minutos da etapa completmentar. Douglas empatou aos 37 do segundo tempo.
17/02/2008 - Marília 3X2 São Paulo - Camilo aos 24 minutos e Júlio César aos 30 do primeiro tempo marcaram os dois primeiros do Marília. Hernanes diminuiu a diferença aos 38 e Jorge Wagner igualou aos 2 minutos do segundo tempo. Aos 31 da etapa complementar, Magno Ferreira deixou o Marília na dianteira novamente.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
SÃO PAULO X FLUMINENSE
O São Paulo é o time aguerrido nessa Libertadores. É quem joga feio. Quem se ressente de força para se impor sobre o adversário (para atacar e conter o oponente). É o clube que mantém a modesta média de um gol por jogo na competição sulamericana.
É a melhor defesa do torneio (4 gols sofridos). A equipe de Rogério Ceni, Miranda, Jorge Wagner e Adriano. E Muricy. O time temido por Riquelme.
É um dos oito finalistas do principal torneio da América Latina.
É o tricampeão mundial.
É, acima de tudo, o São Paulo.
O São Paulo é o time aguerrido nessa Libertadores. É quem joga feio. Quem se ressente de força para se impor sobre o adversário (para atacar e conter o oponente). É o clube que mantém a modesta média de um gol por jogo na competição sulamericana.
É a melhor defesa do torneio (4 gols sofridos). A equipe de Rogério Ceni, Miranda, Jorge Wagner e Adriano. E Muricy. O time temido por Riquelme.
É um dos oito finalistas do principal torneio da América Latina.
É o tricampeão mundial.
É, acima de tudo, o São Paulo.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
SÃO PAULO – UMA ARMA, DUAS BALAS
Atualmente enfrentar o São Paulo se assemelha a um perigoso jogo, um único tiro pode ser fatal, apenas duas balas dentro do tambor, armamento suficiente para liquidar o adversário. Jogar contra a equipe paulista é como desafiar a vida em uma roleta russa, mas caso a principal arma não funcione, o time paulista sairá derrotado, pois a marcação, tiro de bazuca do ano passado, não está funcionando.
Para superar seus rivais a equipe do Morumbi conta com Jorge Wagner. O ala-esquerdo participou de 18, com 16 passes e dois gols, das 39 vezes que o São Paulo balançou as redes adversárias na temporada 2008.
Sendo assim, descobrimos que o tiro tricolor não sai do canhão Adriano, muito menos da mira de Rogério Ceni, a única arma é um eficiente pé esquerdo.
Porém, este revólver não possui muita munição. Um dos tiros é a bola parada, enquanto o outro são os cruzamentos do camisa sete. Muito pouco para o atual bicampeão brasileiro.
Para conquistar a América do Sul, o São Paulo precisa se reequipar, caso contrário, o tiro sairá pela culatra.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
RETROSPECTO - SÃO PAULO X ATLÉTICO NACIONAL
Os resultados negativos, o fraco desempenho e a desorganização do São Paulo assustam os torcedores do time paulista. No último domingo, a equipe dirigida por Muricy Ramalho demonstrou sua enorme fragilidade, em uma partida onde o tricolor não conseguiu marcar o adversário e muito menos atacá-lo.
Porém, agora o momento não permite abatimentos, os são-paulinos precisam reerguer a cabeça, pois nesta quarta-feira, no Morumbi, o time encara mais uma decisão, desta vez diante do Atlético Nacional, pela Copa Libertadores.
Libertadores: São Paulo x Atlético Nacional
2008 – Atlético Nacional 1 x 1 São Paulo
Essa foi a única partida que os dois clubes disputaram na história do torneio.
Libertadores: São Paulo x Clubes Colombianos
1974 - Millonarios 0 x 0 São Paulo
1974 – São Paulo 4 x 0 Millonarios
2004 – São Paulo 0 x 0 Once Caldas
2004 – Once Caldas 2 x 1 São Paulo
A história do São Paulo contra equipes colombianas é curta. Jogando no Morumbi, pela Libertadores da América, o tricolor nunca perdeu para times da Colômbia.
Libertadores: Atlético Nacional x Clubes Brasileiros
1975 – Atlético Nacional 1 x 1 Vasco
1975 – Atlético Nacional 1 x 2 Cruzeiro
1975 – Cruzeiro 2 x 3 Atlético Nacional
1975 – Vasco 2 x 0 Atlético Nacional
Os resultados negativos, o fraco desempenho e a desorganização do São Paulo assustam os torcedores do time paulista. No último domingo, a equipe dirigida por Muricy Ramalho demonstrou sua enorme fragilidade, em uma partida onde o tricolor não conseguiu marcar o adversário e muito menos atacá-lo.
Porém, agora o momento não permite abatimentos, os são-paulinos precisam reerguer a cabeça, pois nesta quarta-feira, no Morumbi, o time encara mais uma decisão, desta vez diante do Atlético Nacional, pela Copa Libertadores.
Libertadores: São Paulo x Atlético Nacional
2008 – Atlético Nacional 1 x 1 São Paulo
Essa foi a única partida que os dois clubes disputaram na história do torneio.
Libertadores: São Paulo x Clubes Colombianos
1974 - Millonarios 0 x 0 São Paulo
1974 – São Paulo 4 x 0 Millonarios
2004 – São Paulo 0 x 0 Once Caldas
2004 – Once Caldas 2 x 1 São Paulo
A história do São Paulo contra equipes colombianas é curta. Jogando no Morumbi, pela Libertadores da América, o tricolor nunca perdeu para times da Colômbia.
Libertadores: Atlético Nacional x Clubes Brasileiros
1975 – Atlético Nacional 1 x 1 Vasco
1975 – Atlético Nacional 1 x 2 Cruzeiro
1975 – Cruzeiro 2 x 3 Atlético Nacional
1975 – Vasco 2 x 0 Atlético Nacional
1990 - Vasco 0 x 0 Atlético Nacional
1990 - Atlético Nacional 1 x 0 Vasco
1993 – Atlético Nacional 0 x 1 Flamengo
1993 – Internacional 0 x 1 Atlético Nacional
1993 – Flamengo 3 x 1 Atlético Nacional
1993 – Atlético Nacional 0 x 0 Internacional
2006 – Palmeiras 3 x 2 Atlético Nacional
2006 – Atlético Nacional 1 x 2 Palmeiras
No elenco do Atlético Nacional inscrito para a Libertadores 2008 nove jogadores fizeram parte do grupo que enfrentou o Palmeiras em 2006.
Verdadeiro ou Falso: Caso o São Paulo não conquiste a vaga para a próxima fase da Copa Libertadores esta será a primeira vez que o tricolor cai antes do mata-mata?
1993 – Atlético Nacional 0 x 1 Flamengo
1993 – Internacional 0 x 1 Atlético Nacional
1993 – Flamengo 3 x 1 Atlético Nacional
1993 – Atlético Nacional 0 x 0 Internacional
2006 – Palmeiras 3 x 2 Atlético Nacional
2006 – Atlético Nacional 1 x 2 Palmeiras
No elenco do Atlético Nacional inscrito para a Libertadores 2008 nove jogadores fizeram parte do grupo que enfrentou o Palmeiras em 2006.
Verdadeiro ou Falso: Caso o São Paulo não conquiste a vaga para a próxima fase da Copa Libertadores esta será a primeira vez que o tricolor cai antes do mata-mata?
Resposta: 25/04
domingo, 20 de abril de 2008
PALMEIRAS 2X0 SÃO PAULO
O jogo ocorreu no meio-de-campo, sem grandes chances ou jogadas criadas. O Palmeiras foi melhor, talvez, porque Valdivia estivesse inspirado, talvez, porque os dois volantes do alviverde, Martinez e Léo Lima, tinham liberdade para atuar.
O São Paulo, por sua vez, preocupou-se em marcar. Hernanes e Jorge Wagner defendiam e não tinham a mesma força para atacar. Joílson e Dagoberto, o último principalmente, eram as válvulas de escape do tricolor. Já Adriano, apareceu pouco, em razão da marcação realizada por Henrique e Gustavo.
O Palmeiras mereceu a vitória, mas pecou pelos problemas apresentados no Parque Antárctica e pela comemoração excessiva de Valdivia. Mesmo assim, a classificação para a final é merecida.
O jogo ocorreu no meio-de-campo, sem grandes chances ou jogadas criadas. O Palmeiras foi melhor, talvez, porque Valdivia estivesse inspirado, talvez, porque os dois volantes do alviverde, Martinez e Léo Lima, tinham liberdade para atuar.
O São Paulo, por sua vez, preocupou-se em marcar. Hernanes e Jorge Wagner defendiam e não tinham a mesma força para atacar. Joílson e Dagoberto, o último principalmente, eram as válvulas de escape do tricolor. Já Adriano, apareceu pouco, em razão da marcação realizada por Henrique e Gustavo.
O Palmeiras mereceu a vitória, mas pecou pelos problemas apresentados no Parque Antárctica e pela comemoração excessiva de Valdivia. Mesmo assim, a classificação para a final é merecida.
sábado, 8 de setembro de 2007
VOCÊ SE LEMBRA?
Em fevereiro de 2005, São Paulo e Corinthians se enfrentavam pela décima rodada do Campeonato Paulista.
Líder do torneio, o tricolor já contava com grande parte dos jogadores campeões do torneio de clubes da Fifa, Lugano, Cicinho, Mineiro e Josué, dentre outros.
O Corinthians, por sua vez, vivia o início da parceria com a MSI, Sebá, Marcelo Mattos, Tevez e Roger vestiam a camisa alvinegra naquele dia.
Ambos os clubes tinham ainda com um punhado de atletas formados nas categorias de base. O lateral-direito Coelho se encaixava nesta categoria.
Em desvantagem no placar, o Corinthians poderia empatar a partida caso convertesse pênalti marcado aos 41 minutos do segundo tempo pela árbitra Silvia Regina.
Cobrador da infração, Coelho assistiu a defesa do goleiro Rogério Ceni. No banco, Émerson Leão via naufragar as chances de empate.
Na última quarta, os mesmos personagens voltaram a se confrontar. Desta vez, Leão e Coelho atuavam por outro alvinegro, o Atlético Mineiro.
O resultado, no entanto, foi o mesmo. Coelho errou a penalidade e perdeu a chance de garantir a vitória a seu time.
Naquela oportunidade, o São Paulo se sagrou campeão do Paulista, será que o mesmo ocorrerá desta vez?
Em fevereiro de 2005, São Paulo e Corinthians se enfrentavam pela décima rodada do Campeonato Paulista.
Líder do torneio, o tricolor já contava com grande parte dos jogadores campeões do torneio de clubes da Fifa, Lugano, Cicinho, Mineiro e Josué, dentre outros.
O Corinthians, por sua vez, vivia o início da parceria com a MSI, Sebá, Marcelo Mattos, Tevez e Roger vestiam a camisa alvinegra naquele dia.
Ambos os clubes tinham ainda com um punhado de atletas formados nas categorias de base. O lateral-direito Coelho se encaixava nesta categoria.
Em desvantagem no placar, o Corinthians poderia empatar a partida caso convertesse pênalti marcado aos 41 minutos do segundo tempo pela árbitra Silvia Regina.
Cobrador da infração, Coelho assistiu a defesa do goleiro Rogério Ceni. No banco, Émerson Leão via naufragar as chances de empate.
Na última quarta, os mesmos personagens voltaram a se confrontar. Desta vez, Leão e Coelho atuavam por outro alvinegro, o Atlético Mineiro.
O resultado, no entanto, foi o mesmo. Coelho errou a penalidade e perdeu a chance de garantir a vitória a seu time.
Naquela oportunidade, o São Paulo se sagrou campeão do Paulista, será que o mesmo ocorrerá desta vez?
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
sábado, 11 de agosto de 2007
SÃO PAULO - DEFESA TRICOLOR É A MENOS VAZADA EM BRASILEIROS
Maior pontuador do primeiro turno, o São Paulo não apenas é dono da melhor defesa do campeonato, como também da defesa menos vazada da história do clube em campeonatos brasileiros.
Com uma média de 0,36 gols tomados por jogo(7g em 19j), a equipe paulista possui ampla vantagem sobre o time de 1973, cuja defesa detem a marca de 0,55 tentos por partida (22g em 55j).
Contribuem diretamente para essa estatística os 12 jogos sem ser vazado. Clubes do quilate de Santos, Vasco, Grêmio, Internacional e Botafogo não conseguiram balançar as redes do tricolor.
Além disso, o São Paulo ainda não sofreu dois ou mais gols em nenhuma partida deste Campeonato Brasileiro. Os 7 adversário que marcaram contra a equipe de Muricy Ramalho não conseguiram furar a defesa tricolor em mais de uma oportunidade.
Maior pontuador do primeiro turno, o São Paulo não apenas é dono da melhor defesa do campeonato, como também da defesa menos vazada da história do clube em campeonatos brasileiros.
Com uma média de 0,36 gols tomados por jogo(7g em 19j), a equipe paulista possui ampla vantagem sobre o time de 1973, cuja defesa detem a marca de 0,55 tentos por partida (22g em 55j).
Contribuem diretamente para essa estatística os 12 jogos sem ser vazado. Clubes do quilate de Santos, Vasco, Grêmio, Internacional e Botafogo não conseguiram balançar as redes do tricolor.
Além disso, o São Paulo ainda não sofreu dois ou mais gols em nenhuma partida deste Campeonato Brasileiro. Os 7 adversário que marcaram contra a equipe de Muricy Ramalho não conseguiram furar a defesa tricolor em mais de uma oportunidade.
Questionado sobre o desempenho positivo do setor sãopaulino, Muricy preferiu dividir os louros com todo o time: "Não é apenas a defesa. Os dez jogadores em campo marcam e esse é nosso diferencial".
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