O que acontece?
Belluzo endoidou? Luxa quer voltar aos velhos tempos de Bragantino? Palaia voltou a fazer auto-entrevistas?
Então me expliquem o por que do Palmeiras, que já fez um favor ao Flamengo ao contratar Eto'o, ops, Obina agora querer o PODEROSO e EFICIENTE chileno Gonzalo Fierro?
Pois é, é isso mesmo. E ainda querem dar em troca Marquinhos, aquele da sub-20 que não tem jogado nada, é verdade, mas que tem, no mínimo, 10x mais bola que o ex-colo-colo.
Que São Marcos abençoe muito os lados palestrinos, vocês vão precisar...
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terça-feira, 26 de maio de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Maldição
Se você se chama César, tome cuidado. Você corre o risco de ter um penalti marcado contra sua equipe injustamente. Isso porque, para os árbitros, uma matada de peito do César é como se fosse uma grande defesa de Marcos, Buffon, ou até do Doni...
Essa maldição começou com o bom zagueiro César, da Lusa, em 1998 em um penalti marcado pelo controverso Javier Castrilli. Já, ontem, novamente um César sofreu dessa maldição, dessa vez foi o zagueiro do Sport, que jogava em Palestra Itália com a arbitragem do uruguaio Roberto Silveira.

O defensor do clube de Recife matou a bola no peito, e Roberto Silveira, ao ver o "César" na camisa do rapaz, não teve dúvida, assoprou forte o apito e aponto a marca da cal. Para desespero dele, e alegria de outro César, o maluco.
Se você se chama César, tome cuidado. Você corre o risco de ter um penalti marcado contra sua equipe injustamente. Isso porque, para os árbitros, uma matada de peito do César é como se fosse uma grande defesa de Marcos, Buffon, ou até do Doni...
Essa maldição começou com o bom zagueiro César, da Lusa, em 1998 em um penalti marcado pelo controverso Javier Castrilli. Já, ontem, novamente um César sofreu dessa maldição, dessa vez foi o zagueiro do Sport, que jogava em Palestra Itália com a arbitragem do uruguaio Roberto Silveira.

O defensor do clube de Recife matou a bola no peito, e Roberto Silveira, ao ver o "César" na camisa do rapaz, não teve dúvida, assoprou forte o apito e aponto a marca da cal. Para desespero dele, e alegria de outro César, o maluco.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Belissíma vitória do Palestra Itália, ontem, em uma esburacada Ilha do Retiro contra o temido Sport Clube do Recife.
O clube da Veneza Brasileira, aliás, falou tanto e fez pouco. Paulo Baier mostrou que é aquele mesmo, aquele, o que jogou no Palmeiras e que pouco fez. Ah, não me venham dizer que ele é o lateral com maior número de gols na história dos Campeonatos Brasileiros. Até o Souza já foi artilheiro deste campeonato.
Cosme Rímoli disse em seu blog que Luxemburgo aprendeu a jogar a Libertadores. Eu não sei se aprendeu, mas que pegar seu eterno rival Nelsinho Baptista ajuda, ah isso ajuda.
Que diga Novorizontino e Bragantino em 1990.
E junto Diego Souza na minha campanha para levar os jogadores em boa fase para a seleção. "Dunga, seja (in)coerente: Diego Souza e Grafite com a amarelinha, já!"
O clube da Veneza Brasileira, aliás, falou tanto e fez pouco. Paulo Baier mostrou que é aquele mesmo, aquele, o que jogou no Palmeiras e que pouco fez. Ah, não me venham dizer que ele é o lateral com maior número de gols na história dos Campeonatos Brasileiros. Até o Souza já foi artilheiro deste campeonato.
Cosme Rímoli disse em seu blog que Luxemburgo aprendeu a jogar a Libertadores. Eu não sei se aprendeu, mas que pegar seu eterno rival Nelsinho Baptista ajuda, ah isso ajuda.
Que diga Novorizontino e Bragantino em 1990.
E junto Diego Souza na minha campanha para levar os jogadores em boa fase para a seleção. "Dunga, seja (in)coerente: Diego Souza e Grafite com a amarelinha, já!"
sábado, 28 de março de 2009
Retratos do clássico
No duelo entre K9 e W9, ganhou o veterano atacante do São Paulo que decidiu o jogo aos dois minutos em um misto de cabeçada e peixinho, após cruzamento primoroso de Hernanes - o volante, e não meia.
O que se viu nos outros 88 minutos foi um São Paulo retrancado e chamando o adversário para o jogo, coisa que o time faz há 3 anos e bem. Eu sei, e todo torcedor sabe que isso é coisa de time pequeno. Porém, não se pode discordar de Muricy "Trabalho" Ramalho.
De outro lado, viu-se um Palmeiras tentando atacar em vão o São Paulo. O time sentiu a ausência de Diego Souza (?!) e não conseguiu "agredir" o tricolor como deveria. Wilians e Marquinhos novamente não fizeram nada e Keirrison esteve abaixo da média.
Mérito de André Dias e Muricy Ramalho, aumentando ainda mais o jejum palmeirense para 14 jogos sem vitória no Morumbi contra o tricolor.
No duelo entre K9 e W9, ganhou o veterano atacante do São Paulo que decidiu o jogo aos dois minutos em um misto de cabeçada e peixinho, após cruzamento primoroso de Hernanes - o volante, e não meia.
O que se viu nos outros 88 minutos foi um São Paulo retrancado e chamando o adversário para o jogo, coisa que o time faz há 3 anos e bem. Eu sei, e todo torcedor sabe que isso é coisa de time pequeno. Porém, não se pode discordar de Muricy "Trabalho" Ramalho.
De outro lado, viu-se um Palmeiras tentando atacar em vão o São Paulo. O time sentiu a ausência de Diego Souza (?!) e não conseguiu "agredir" o tricolor como deveria. Wilians e Marquinhos novamente não fizeram nada e Keirrison esteve abaixo da média.
Mérito de André Dias e Muricy Ramalho, aumentando ainda mais o jejum palmeirense para 14 jogos sem vitória no Morumbi contra o tricolor.
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quarta-feira, 18 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
NÓ TÁTICO
Difícil explicar os motivos que levaram o Palmeiras à sua segunda derrota na Libertadores 2009, frente ao Colo-Colo, 3x1. Apesar do revés na estreia contra a LDU (onde a altitute sempre pesa), o time de Luxemburgo era favorito, por várias razões. Jogo em casa, time tecnicamente muito superior, boa fase no estadual. Tudo conspirava para o triunfo do Palmeiras. Entretanto o que se viu foi uma equipe bem diferente daquela que tem passeado no Paulistão, aliando técnica e velocidade.
Disse que era difícil explicar essa derrota? Talvez nem tanto. É provável que Luxemburgo tenha usado a armação tática divulgada pelo jornal La Nación, do Chile, horas antes da partida. Não dá pra jogar num 4-3-3 com Clayton Xavier de volante e Marcao(sic) de centroavante, né Luxa? Tsc, tsc, tsc...

Frase
"A gente sabe que essa fase da Libertadores é de tiro curto. Temos que conseguir a vitória de qualquer jeito", disse Marcão, antes da derrota contra o Colo-Colo.
Se ele considera a fase de grupos "tiro curto", imagina o que ele vai achar do mata-mata.
Difícil explicar os motivos que levaram o Palmeiras à sua segunda derrota na Libertadores 2009, frente ao Colo-Colo, 3x1. Apesar do revés na estreia contra a LDU (onde a altitute sempre pesa), o time de Luxemburgo era favorito, por várias razões. Jogo em casa, time tecnicamente muito superior, boa fase no estadual. Tudo conspirava para o triunfo do Palmeiras. Entretanto o que se viu foi uma equipe bem diferente daquela que tem passeado no Paulistão, aliando técnica e velocidade.
Disse que era difícil explicar essa derrota? Talvez nem tanto. É provável que Luxemburgo tenha usado a armação tática divulgada pelo jornal La Nación, do Chile, horas antes da partida. Não dá pra jogar num 4-3-3 com Clayton Xavier de volante e Marcao(sic) de centroavante, né Luxa? Tsc, tsc, tsc...

Frase
"A gente sabe que essa fase da Libertadores é de tiro curto. Temos que conseguir a vitória de qualquer jeito", disse Marcão, antes da derrota contra o Colo-Colo.
Se ele considera a fase de grupos "tiro curto", imagina o que ele vai achar do mata-mata.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
LDU x PALMEIRAS
Vanderlei Luxemburgo guarda na memória boa recordação em confronto com a Liga Deportiva. Assistiu o Santos eliminar os equatorianos nas oitavas-de-final da Libertadores dias após o início daquela que seria sua segunda passagem no alvinegro, no ano de 2004.
Amanhã será a Liga Deportiva o clube em fase de re-estruturação. No Campeonato Equatoriano, o desempenho do clube de Quito é oscilante. A primeira vitória veio apenas no último fim de semana, após três rodadas disputadas.
Luxemburgo terá pela frente uma equipe que tenta retomar a boa forma desde a derrota no Mundial de Clubes. A carta na manga pode ser a altitude, fator que o treinador não precisou combater em 2004, mas que em Potosí foi insuficiente para bloquear o inspirado Palmeiras.
Vanderlei Luxemburgo guarda na memória boa recordação em confronto com a Liga Deportiva. Assistiu o Santos eliminar os equatorianos nas oitavas-de-final da Libertadores dias após o início daquela que seria sua segunda passagem no alvinegro, no ano de 2004.
Amanhã será a Liga Deportiva o clube em fase de re-estruturação. No Campeonato Equatoriano, o desempenho do clube de Quito é oscilante. A primeira vitória veio apenas no último fim de semana, após três rodadas disputadas.
Luxemburgo terá pela frente uma equipe que tenta retomar a boa forma desde a derrota no Mundial de Clubes. A carta na manga pode ser a altitude, fator que o treinador não precisou combater em 2004, mas que em Potosí foi insuficiente para bloquear o inspirado Palmeiras.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
GUIA 2008 SOBRE COMO NÃO ALCANÇAR SEU OBJETIVO
Em 2008, o Palmeiras involuiu. No começo, o Parque Antárctica era palco da muralha formada por Henrique e Gustavo. Os torcedores gabavam-se e daquele jeito, o troféu do Paulista ganharia a companhia da taça do Brasileirão.
Mas Henrique partiu para outra. Embarcou para a Europa, tirou fotos nos cartões postais espanhóis, seguiu para a Alemanha. E o Palmeiras ficou a ver navios.
Os substitutos vieram pouco depois: chegaram Gladstone e Jeci. E os cruzamentos se transformaram em sinônimo de pavor.
O primeiro foi defenestrado - poderia ser de forma literal, se fosse considerado o desejo do torcedor -, e provavelmente nem compõe mais o banco de reservas. Quem sabe, talvez seja até preterido nos tradicionais rachões organizados pelo elenco.
A opção foi olhar para quem já fazia parte do clube. Martínez virou a bola de vez. Foi para a zaga e, veja só, o alviverde voltou a vencer.
Mas durou pouco. Vieram Figueirense, São Paulo e Fluminense. A defesa falhou, o Palmeiras caiu e a opção que parecia ser solução mostrou na verdade se tratar de uma enorme desilusão.
Em 2008, o Palmeiras involuiu. No começo, o Parque Antárctica era palco da muralha formada por Henrique e Gustavo. Os torcedores gabavam-se e daquele jeito, o troféu do Paulista ganharia a companhia da taça do Brasileirão.
Mas Henrique partiu para outra. Embarcou para a Europa, tirou fotos nos cartões postais espanhóis, seguiu para a Alemanha. E o Palmeiras ficou a ver navios.
Os substitutos vieram pouco depois: chegaram Gladstone e Jeci. E os cruzamentos se transformaram em sinônimo de pavor.
O primeiro foi defenestrado - poderia ser de forma literal, se fosse considerado o desejo do torcedor -, e provavelmente nem compõe mais o banco de reservas. Quem sabe, talvez seja até preterido nos tradicionais rachões organizados pelo elenco.
A opção foi olhar para quem já fazia parte do clube. Martínez virou a bola de vez. Foi para a zaga e, veja só, o alviverde voltou a vencer.
Mas durou pouco. Vieram Figueirense, São Paulo e Fluminense. A defesa falhou, o Palmeiras caiu e a opção que parecia ser solução mostrou na verdade se tratar de uma enorme desilusão.
Restava a última cartada: Roque Júnior. Na bagagem, o futebol campeão da Libertadores de 99. E nove anos a mais.
Pois é. Cadê o fôlego, meu caro? Contra o Flamengo, ele ficou procurando. Foi visitar o campo de ataque e ficou por lá mesmo.
Resultado, o sonhado penta ficou distante. O alviverde pagou o pato pelo planejamento de última hora. E o Parque Antárctica deve receber na última rodada um Palmeiras bastante frustrado.
domingo, 9 de novembro de 2008
PALMEIRAS 0X1 GRÊMIO
Foi um triste fim de tarde para os torcedores palmeirenses. Após ensaiar há algumas semanas contra o São Paulo, o alviverde foi derrotado em pleno Parque Antárctica por um concorrente direto.
Se a viga de sustentação da ascenção do clube paulista foi o desempenho dentro de casa, a perda de fôlego tem como principal causa os tropeços como mandante.
Agora, a disputa contra o Flamengo no Maracanã torna-se preponderante para definir o rumo da equipe na temporada. Uma derrota pode representar o fracasso na busca pela classificação à Libertadores.
Foi um triste fim de tarde para os torcedores palmeirenses. Após ensaiar há algumas semanas contra o São Paulo, o alviverde foi derrotado em pleno Parque Antárctica por um concorrente direto.
Se a viga de sustentação da ascenção do clube paulista foi o desempenho dentro de casa, a perda de fôlego tem como principal causa os tropeços como mandante.
Agora, a disputa contra o Flamengo no Maracanã torna-se preponderante para definir o rumo da equipe na temporada. Uma derrota pode representar o fracasso na busca pela classificação à Libertadores.
domingo, 2 de novembro de 2008
HAJA CORAÇÃO! COMPRE SUA MARACUJINA - PARTE 2
Quando Felipe Massa perdeu, ganhou e perdeu de novo o título para Lewis Hamilton, nas últimas curvas de Interlagos, parecia que as principais emoções do dia estariam na F1. Os jogos que completaram a 33ª rodada, (daqueles que passaram depois da corrida e não dos que deixaram de passar por causa do Faustão) foram marcados pela emoção e por gols marcados no começo e nos fins dos jogos.
Já começou?
Enquanto alguns lamentavam o desfecho das pistas, Kleber já fazia a festa palmeirense na Vila. O goleiro Bruno, atrapalhado (ou ajudado) por Kleber Pereira empatou o jogo também no primeiro minuto, mas do segundo tempo.
Nisso, o Goiás já aplicava um sonoro sapeca no Cruzeiro. E o resultado foi construído no começo do jogo. Aos 16, os esmeraldinos já tinham liquidado a fatura, com 3x0.
Não tinha acabado?
Léo Lima é brasileiro, não desiste nunca, e garantiu a vitória do Palmeiras, quando os torcedores na Vila já estavam pensando só em comer aqueles sanduíches de calabresa, vendidos nos arredores do estádio. "Foi o gol do título", profetizou o meia alviverde.
O Atlético-PR foi outro que ganhou no último suspiro. Os paranaenses fizeram sua parte para fugir da degola, ao derrotar o Sport, marcando no finzinho. O gol, claro, não foi de Pedro Oldoni. Foi de Rafael Moura. Isso sim, pode ser chamado de surpresa.
Quando Felipe Massa perdeu, ganhou e perdeu de novo o título para Lewis Hamilton, nas últimas curvas de Interlagos, parecia que as principais emoções do dia estariam na F1. Os jogos que completaram a 33ª rodada, (daqueles que passaram depois da corrida e não dos que deixaram de passar por causa do Faustão) foram marcados pela emoção e por gols marcados no começo e nos fins dos jogos.
Já começou?
Enquanto alguns lamentavam o desfecho das pistas, Kleber já fazia a festa palmeirense na Vila. O goleiro Bruno, atrapalhado (ou ajudado) por Kleber Pereira empatou o jogo também no primeiro minuto, mas do segundo tempo.
Nisso, o Goiás já aplicava um sonoro sapeca no Cruzeiro. E o resultado foi construído no começo do jogo. Aos 16, os esmeraldinos já tinham liquidado a fatura, com 3x0.

Não tinha acabado?
Léo Lima é brasileiro, não desiste nunca, e garantiu a vitória do Palmeiras, quando os torcedores na Vila já estavam pensando só em comer aqueles sanduíches de calabresa, vendidos nos arredores do estádio. "Foi o gol do título", profetizou o meia alviverde.
O Atlético-PR foi outro que ganhou no último suspiro. Os paranaenses fizeram sua parte para fugir da degola, ao derrotar o Sport, marcando no finzinho. O gol, claro, não foi de Pedro Oldoni. Foi de Rafael Moura. Isso sim, pode ser chamado de surpresa.
sábado, 25 de outubro de 2008
PALMEIRAS CASTIGADO
Com o resultado desfavorável, Vanderlei Luxemburgo nem esperou o fim do primeiro tempo para desmontar sua linha de três zagueiros. Jogou o Palmeiras à frente pensando em reverter o placar o quanto antes.
O relato é do Fluminense X Palmeiras da tarde de ontem, mas se encaixa perfeitamente no choque rei disputado no fim de semana anterior. Em ambas as partidas, o reflexo da intervenção de "Luxa" foi quase que imediato: mais um gol sofrido na conta do alviverde.
O quê fez, então, o "professor" recuou o time no segundo tempo. No clássico, limitou-se a mirar o empate ao colocar em campo Pierre; ontem, o próprio reconheceu que já havia abdicado do jogo na etapa complementar.
Para que tirar Jumar de campo para promover a entrada de Fabinho Capixaba? Provavelmente, porque o terceiro gol do Fluminense saiu pela direita, setor cuja proteção seria de Jumar, deslocado para a lateral depois que o Palmeiras passou a jogar com uma linha de quatro.
Luxemburgo preferiu agir em doses homeopáticas. Tivesse tirado Jumar antes, poderia ter poupado o time do terceiro gol e, quem sabe, não precisasse abraçar o pessimismo logo na etapa complementar.
Com o resultado desfavorável, Vanderlei Luxemburgo nem esperou o fim do primeiro tempo para desmontar sua linha de três zagueiros. Jogou o Palmeiras à frente pensando em reverter o placar o quanto antes.
O relato é do Fluminense X Palmeiras da tarde de ontem, mas se encaixa perfeitamente no choque rei disputado no fim de semana anterior. Em ambas as partidas, o reflexo da intervenção de "Luxa" foi quase que imediato: mais um gol sofrido na conta do alviverde.
O quê fez, então, o "professor" recuou o time no segundo tempo. No clássico, limitou-se a mirar o empate ao colocar em campo Pierre; ontem, o próprio reconheceu que já havia abdicado do jogo na etapa complementar.
Para que tirar Jumar de campo para promover a entrada de Fabinho Capixaba? Provavelmente, porque o terceiro gol do Fluminense saiu pela direita, setor cuja proteção seria de Jumar, deslocado para a lateral depois que o Palmeiras passou a jogar com uma linha de quatro.
Luxemburgo preferiu agir em doses homeopáticas. Tivesse tirado Jumar antes, poderia ter poupado o time do terceiro gol e, quem sabe, não precisasse abraçar o pessimismo logo na etapa complementar.
domingo, 19 de outubro de 2008
PALMEIRAS 2X2 SÃO PAULO
O São Paulo teve o lance do jogo aos seus pés em contra-ataque puxado por Hernanes aos 30 do 2º tempo. Na velocidade, o volante passou para o companheiro de meio-campo Jean que, de frente para o gol e com dois companheiros livres em cada um dos lados, desperdiçou a jogada, para desespero dos torcedores do Tricolor.
Não haveria quem tirasse a vitória das mãos do São Paulo com 3x0 no placar. Com 2x0, houve. Incrível como Denílson brilha quando enfrenta o clube que o formou. Sorte de Luxemburgo, que viu o pupilo iniciar a reação do alviverde e teve ofuscada a arriscada substituição do 1º (Maurício por Evandro).
Alteração corrigida na entrada da Pierri, em uma mudança que pareceu mais um mecanismo para evitar a derrota do que qualquer outra coisa. Pois o Palmeiras não foi mais sufocado e também não sufocou. Desacelerou e manteve o jogo estava sob seu controle.
O que, a rigor, não adiantou nada até a jogada de Denílson que morreu nas redes graças ao toque oportuno de Kléber. O gol serviou como combustível e reacendeu o alviverde em busca do empate, marcado em falta cobrada por Leandro que desviou em Dagoberto.
Na saída do gramado, o alviverde soava como o vencedor moral, afinal, havia buscado um resultado difícil. Analisando friamente, ambos têm a lamentar.
Pelo lado do São Paulo, era a chance de se aproximar da ponta da tabela e manter vantagem sobre o Flamengo, já o Palmeiras, deixou de reassumir a liderança e de quebra caiu para a terceira colocação do campeonato.
O São Paulo teve o lance do jogo aos seus pés em contra-ataque puxado por Hernanes aos 30 do 2º tempo. Na velocidade, o volante passou para o companheiro de meio-campo Jean que, de frente para o gol e com dois companheiros livres em cada um dos lados, desperdiçou a jogada, para desespero dos torcedores do Tricolor.
Não haveria quem tirasse a vitória das mãos do São Paulo com 3x0 no placar. Com 2x0, houve. Incrível como Denílson brilha quando enfrenta o clube que o formou. Sorte de Luxemburgo, que viu o pupilo iniciar a reação do alviverde e teve ofuscada a arriscada substituição do 1º (Maurício por Evandro).
Alteração corrigida na entrada da Pierri, em uma mudança que pareceu mais um mecanismo para evitar a derrota do que qualquer outra coisa. Pois o Palmeiras não foi mais sufocado e também não sufocou. Desacelerou e manteve o jogo estava sob seu controle.
O que, a rigor, não adiantou nada até a jogada de Denílson que morreu nas redes graças ao toque oportuno de Kléber. O gol serviou como combustível e reacendeu o alviverde em busca do empate, marcado em falta cobrada por Leandro que desviou em Dagoberto.
Na saída do gramado, o alviverde soava como o vencedor moral, afinal, havia buscado um resultado difícil. Analisando friamente, ambos têm a lamentar.
Pelo lado do São Paulo, era a chance de se aproximar da ponta da tabela e manter vantagem sobre o Flamengo, já o Palmeiras, deixou de reassumir a liderança e de quebra caiu para a terceira colocação do campeonato.
VALE TRÊS PONTOS
Nesse afã por fortalecer a expectativa que ronda o choque-rei, o confronto entre São Paulo e Palmeiras virou o jogo definitivo do compeonato.
Definitivo, aonde, cara pálida?
É como se os clubes que encabeçam a tabela fossem hegemônicos em todas as partidas, menos quando jogam entre si.
Ah, é? O que foram então as derrotas do Palmeiras contra o Sport, ou então, o empate entre São Paulo e Ipatinga no Morumbi?
Faz pouco tempo que o Palmeiras venceu o Cruzeiro no Mineirão por 1x0. Resultado importantíssimo, não é?
Evidente, mas que vale a mesma pontuação do confronto com o Figueirense, aquele mesmo que o clube não venceu na última rodada, entregando de bandeja a liderança do campeonato para o Grêmio.
Nesse afã por fortalecer a expectativa que ronda o choque-rei, o confronto entre São Paulo e Palmeiras virou o jogo definitivo do compeonato.
Definitivo, aonde, cara pálida?
É como se os clubes que encabeçam a tabela fossem hegemônicos em todas as partidas, menos quando jogam entre si.
Ah, é? O que foram então as derrotas do Palmeiras contra o Sport, ou então, o empate entre São Paulo e Ipatinga no Morumbi?
Faz pouco tempo que o Palmeiras venceu o Cruzeiro no Mineirão por 1x0. Resultado importantíssimo, não é?
Evidente, mas que vale a mesma pontuação do confronto com o Figueirense, aquele mesmo que o clube não venceu na última rodada, entregando de bandeja a liderança do campeonato para o Grêmio.
domingo, 21 de setembro de 2008
DIEGO SOUZA
Impressiona o desempenho de Diego Souza desde a saída de Valdívia. Jogando por dentro, em uma linha de cinco homens, o meia começa a repetir as atuações que o destacaram no Grêmio em 2007, tornando-se um dos grandes responsáveis pela arrancada do alviverde no Brasileirão. Com o gol marcado neste domingo, o jogador chegou a cinco no campeonato. É dele a vice-artilharia do Palmeiras dentro da campetição.
Impressiona o desempenho de Diego Souza desde a saída de Valdívia. Jogando por dentro, em uma linha de cinco homens, o meia começa a repetir as atuações que o destacaram no Grêmio em 2007, tornando-se um dos grandes responsáveis pela arrancada do alviverde no Brasileirão. Com o gol marcado neste domingo, o jogador chegou a cinco no campeonato. É dele a vice-artilharia do Palmeiras dentro da campetição.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
PALMEIRAS EM BUSCA DO PENTACAMPEONATO
Beiravam os 43 minutos do primeiro tempo. No marcador, um sonoro 3X0 em favor do Palmeiras soava quase como uma resposta a uma equipe que acabara de sofrer uma derrota por 4X1 na última rodada.
Em campo, Leandro parecia dizer que o resultado não bastava. Depois de boa jogada pela esquerda, o lateral cruzou na medida para Alex Mineiro estufar as redes de André Luís. Tratava-se do 15º gol do atacante no campeonato, marca que, naquele momento, lhe garantia a artilharia do Brasileirão, com vantagem de 1 gol sobre o ex-companheiro de Atlético-PR Kléber Pereira.
Para o alviverde, a goleada representava nova exibição de destaque dentro do Parque Antárctica - fato que constrasta com o desempenho da equipe como mandante na última temporada - onde obteve 31 pontos em 33 possíveis (93,9%).
Desempenho amplamento superior se comparado ao retrospecto do alviverde como visitante, condição em que somou apenas 9 dos 33 pontos possíveis (27,7%). Consiste neste ponto o principal empecilho para a tomada da liderança do campeonato, posto que o Grêmio, primeiro colocado deste Brasileirão, levou 18 dos 30 pontos disputados (60%).
Beiravam os 43 minutos do primeiro tempo. No marcador, um sonoro 3X0 em favor do Palmeiras soava quase como uma resposta a uma equipe que acabara de sofrer uma derrota por 4X1 na última rodada.
Em campo, Leandro parecia dizer que o resultado não bastava. Depois de boa jogada pela esquerda, o lateral cruzou na medida para Alex Mineiro estufar as redes de André Luís. Tratava-se do 15º gol do atacante no campeonato, marca que, naquele momento, lhe garantia a artilharia do Brasileirão, com vantagem de 1 gol sobre o ex-companheiro de Atlético-PR Kléber Pereira.
Para o alviverde, a goleada representava nova exibição de destaque dentro do Parque Antárctica - fato que constrasta com o desempenho da equipe como mandante na última temporada - onde obteve 31 pontos em 33 possíveis (93,9%).
Desempenho amplamento superior se comparado ao retrospecto do alviverde como visitante, condição em que somou apenas 9 dos 33 pontos possíveis (27,7%). Consiste neste ponto o principal empecilho para a tomada da liderança do campeonato, posto que o Grêmio, primeiro colocado deste Brasileirão, levou 18 dos 30 pontos disputados (60%).
domingo, 27 de abril de 2008
PONTE PRETA 0X1 PALMEIRAS
Um empate já seria favorável para o Palmeiras, mesmo assim o alviverde foi além, bateu a Ponte Preta em pleno Moisés Lucarelli por 1X0 com gol do atacante Kléber e agora pode perder por placar mínimo que ainda assim garante o título estadual.
O time de Vanderlei Luxemburgo nem precisou fazer uma apresentação exuberante, contou com a inoperância da Ponte, que entrou em campo com três zagueiros e Luis Ricardo no meio. A equipe de Campinas contou apenas com os avanços do ala-esquerdo Vicente no primeiro tempo.
Na etapa complementar, o treinador Sérgio Guedes mudou a cara de sua equipe. Promoveu as entradas de Giuliano, mais tarde, Leandro e, por fim, Marcelo Soares, e azeitou o setor de meio-de-campo da Ponte. Mas faltou tranquilidade, como afirmou o próprio Guedes ao final da partida, para a macaca empatar o confronto.
Um empate já seria favorável para o Palmeiras, mesmo assim o alviverde foi além, bateu a Ponte Preta em pleno Moisés Lucarelli por 1X0 com gol do atacante Kléber e agora pode perder por placar mínimo que ainda assim garante o título estadual.
O time de Vanderlei Luxemburgo nem precisou fazer uma apresentação exuberante, contou com a inoperância da Ponte, que entrou em campo com três zagueiros e Luis Ricardo no meio. A equipe de Campinas contou apenas com os avanços do ala-esquerdo Vicente no primeiro tempo.
Na etapa complementar, o treinador Sérgio Guedes mudou a cara de sua equipe. Promoveu as entradas de Giuliano, mais tarde, Leandro e, por fim, Marcelo Soares, e azeitou o setor de meio-de-campo da Ponte. Mas faltou tranquilidade, como afirmou o próprio Guedes ao final da partida, para a macaca empatar o confronto.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
RETROSPECTO - PALMEIRAS X SPORT
Geral:
38 jogos
22 vitórias do Palmeiras ( 62 gols )
07 empates
09 vitórias do Sport ( 38 gols )
Em competições nacionais oficiais (Brasileiro séries A e B e Copa do Brasil):
22 jogos
12 vitórias do Palmeiras (34 gols )
05 empates
04 vitórias do Sport ( 20 gols )
Últimos jogos da Primeira Divisão do Brasileiro:
04/11/07 - Sport 3 x 1 Palmeiras
01/08/07 - Palmeiras 1 x 2 Sport
16/09/01 - Palmeiras 3 x 0 Sport
17/09/00 - Palmeiras 1 x 0 Sport
Texto: Renato Sardim
Palmeiras e Sport jogam hoje no Palestra Itália. A partida é válida pela fase de oitavas-de-final da Copa do Brasil. A equipe de Vanderlei Luxemburgo, em boa fase após eliminar o rival São Paulo do Campeonato Paulista, busca mais um bom resultado antes da decisão de domingo contra a Ponte Preta.
Confira o retrospecto entre Palmeiras e Sport:Geral:
38 jogos
22 vitórias do Palmeiras ( 62 gols )
07 empates
09 vitórias do Sport ( 38 gols )
Em competições nacionais oficiais (Brasileiro séries A e B e Copa do Brasil):
22 jogos
12 vitórias do Palmeiras (34 gols )
05 empates
04 vitórias do Sport ( 20 gols )
Últimos jogos da Primeira Divisão do Brasileiro:
04/11/07 - Sport 3 x 1 Palmeiras
01/08/07 - Palmeiras 1 x 2 Sport
16/09/01 - Palmeiras 3 x 0 Sport
17/09/00 - Palmeiras 1 x 0 Sport
O Palmeiras antes de enfrentar o Sport teve que eliminar o Cene-MS (2x0, gols de Diego Souza e um contra) e o Central-PE (5x1, gols de Alex Mineiro/2, Valdivia, Kléber e Martinez), ambos os confrontos fora de casa.
Texto: Renato Sardim
domingo, 20 de abril de 2008
RETROSPECTO 2008
Palmeiras e Ponte Preta se enfrentaram uma vez neste ano. O time paulistano se deu melhor.
12/03/2008 - Palmeiras 2X1 Ponte Preta - Elias (PP), aos aos 16 minutos ro primeiro tempo; Alex Mineiro (Palm), aos 33 minutos do primeiro tempo e Kléber (Palm), aos 20 minutos do segundo tempo.
Palmeiras e Ponte Preta se enfrentaram uma vez neste ano. O time paulistano se deu melhor.
12/03/2008 - Palmeiras 2X1 Ponte Preta - Elias (PP), aos aos 16 minutos ro primeiro tempo; Alex Mineiro (Palm), aos 33 minutos do primeiro tempo e Kléber (Palm), aos 20 minutos do segundo tempo.
PALMEIRAS 2X0 SÃO PAULO
O jogo ocorreu no meio-de-campo, sem grandes chances ou jogadas criadas. O Palmeiras foi melhor, talvez, porque Valdivia estivesse inspirado, talvez, porque os dois volantes do alviverde, Martinez e Léo Lima, tinham liberdade para atuar.
O São Paulo, por sua vez, preocupou-se em marcar. Hernanes e Jorge Wagner defendiam e não tinham a mesma força para atacar. Joílson e Dagoberto, o último principalmente, eram as válvulas de escape do tricolor. Já Adriano, apareceu pouco, em razão da marcação realizada por Henrique e Gustavo.
O Palmeiras mereceu a vitória, mas pecou pelos problemas apresentados no Parque Antárctica e pela comemoração excessiva de Valdivia. Mesmo assim, a classificação para a final é merecida.
O jogo ocorreu no meio-de-campo, sem grandes chances ou jogadas criadas. O Palmeiras foi melhor, talvez, porque Valdivia estivesse inspirado, talvez, porque os dois volantes do alviverde, Martinez e Léo Lima, tinham liberdade para atuar.
O São Paulo, por sua vez, preocupou-se em marcar. Hernanes e Jorge Wagner defendiam e não tinham a mesma força para atacar. Joílson e Dagoberto, o último principalmente, eram as válvulas de escape do tricolor. Já Adriano, apareceu pouco, em razão da marcação realizada por Henrique e Gustavo.
O Palmeiras mereceu a vitória, mas pecou pelos problemas apresentados no Parque Antárctica e pela comemoração excessiva de Valdivia. Mesmo assim, a classificação para a final é merecida.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
ENFOQUE EQUIVOCADO
O fato que mais chama atenção em todo este embróglio é a constatação de que o treinador do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo, considerado por muitos o melhor técnico brasileiro, prefere fazer lobby para a realização de um jogo fora do Morumbi na semi-final do Campeonato Paulista ante a possibilidade de silenciar os são-paulinos que reclamam, dentre outras coisas, da arbitragem e do palco do último clássico entre as duas equipes.
Isso porque o Palmeiras claramente vive momento melhor que o seu adversário, como ficou provado pelo placar do único confronto disputado em 2008. Imagine se não fosse o caso.
O fato que mais chama atenção em todo este embróglio é a constatação de que o treinador do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo, considerado por muitos o melhor técnico brasileiro, prefere fazer lobby para a realização de um jogo fora do Morumbi na semi-final do Campeonato Paulista ante a possibilidade de silenciar os são-paulinos que reclamam, dentre outras coisas, da arbitragem e do palco do último clássico entre as duas equipes.
Isso porque o Palmeiras claramente vive momento melhor que o seu adversário, como ficou provado pelo placar do único confronto disputado em 2008. Imagine se não fosse o caso.
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